Síntese do Texto

REFLEXÃO ENTRE PROFESSORES EM BLOGS : PASSOS PARA NOVAS EDUCAÇÕES

Analisar experiências de reflexão docente em blogs ia muito além de responder se os blogs se prestavam ou não como um instrumento propício para este movimento.

A complexidade e a subjetividade deste fenômeno exigiu uma atenção maior para os múltiplos enfoques.

Confluindo com um pensamento vigente no grupo onde esta pesquisa está inserida, acredito que os blogs não são apenas uma ferramenta ou “instrumento” para a execução de algo tal como uma chave de fenda, mas sim, estruturam todo um tipo de fenômeno, próprio dos blogs.

Ao analisar o movimento de professores em blogs, que estes (os blogs), em sua origem, não foram criados para a educação. Os blogs foram sendo construídos de acordo com uma série de necessidades, como, por exemplo, manter o registro de certos processos na web.

Vemos os mais diversos projetos com blogs, inclusive na educação, não como uma mera alavanca para chegar de um ponto a outro (ou para tornar a educação mais “atraente”), mas como estruturante de uma outra forma de pensar a formação docente e a educação como um todo.

O que indica a reflexão docente em blogs não como um processo isolado, mas um imbrincado fenômeno complexo e subjetivo, retroalimentado e sujeito a constantes mudanças.

Os blogs dão espaço para algumas formas de expressão da linguagem, com bastante destaque para a escrita, tanto na forma de processo quanto na forma de produto.

A escrita enquanto processo possibilita um repensar do objeto da escrita e a provocação das idéias em um ato de articulação de idéias, formulação de questões e respostas, buscando a sistematização da ordem mental para uma forma “compreensível” aos olhos dos outros, questionando-se sobre os principais problemas, a forma como os temas se relacionam e o que pensamos sobre eles.

Por muito tempo foi senso comum de que a palavra impressa (principalmente em livros) era verdade absoluta e inquestionável, fazendo do leitor um mero consumidor.

Os blogs dão um grande salto neste sentido no momento que disponibilizam, muitas vezes gratuitamente, a possibilidade de o sujeito, mesmo desconhecedor de tantas das linguagens técnicas que dão suporte às redes, que exponham suas palavras publicamente, passando de consumidor passivo para autor, de receptor para também emissor. Isto tudo contribui para a nova relação com o saber. Tanto quem escreve quanto quem comenta é livre para escrever o que quiser.

Mas claro que esta escrita passa pela aceitação ou não do outro e do grupo ao qual o sujeito que escreve submete ao sujeito que lê, um passo para o pertencimento ao grupo ou comunidade vigente.

 Estes sujeitos também demonstraram uma forma bem singular de se mostrar enquanto

sujeitos: os blogs propiciam uma descolagem do mundo offline para a construção da

identidade, é um processo que, muitas vezes parcialmente independente da história de vida do sujeito. 

Os processos identitários nos blogs podem ser parcialmente independentes da história de vida do sujeito porque é impossível (ou pelo menos inviável) pensarmos na constituição do pensamento, veiculado pela escrita, sem levarmos em consideração tudo o que o sujeito vive e que contribui para a formação de seu quadro mental. Desta forma, os indivíduos (ou a imagem que fazem transparecer), colocam no blog suas palavras, dando visibilidade a outros sujeitos (ou as imagens que fazemos deles), possibilitando a interação, o questionamento, a argumentação, a construção conjunta de outros saberes.

Geralmente os blogueiros constroem um blog com certo objetivo, geralmente a abordagem de determinado tema. Porém, com o tempo, este objetivo individual vai confluindo com percursos de outros blogueiros, redefinindo as trajetórias individuais e coletivas.

Geralmente um blogueiro (ou professor-blogueiro) não se envolvia em apenas um projeto. Existem alguns professores que alimentam vários blogs, cada um com uma pretensão diferente, o que demonstra as diferentes articulações dos blogs com a prática pedagógica.

O sucesso de algumas iniciativas se dá pelo processo criativo e inovador, de professores e alunos, no desafio da constituição de um pensamento crítico. Estes são passos para a constituição da educação que queremos, seja ela qual for.

Os blogs possibilitam e potencializam tais movimentos, de forma inacabada e sempre aberta a novas formas de expressão, dando espaço para que a reflexão de professores passe a ser entre professores, que colaboram para a ressignificação das práticas educacionais e sua implicação social.

 

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Seminários apresentados individualmente

Nas últimas aulas foram apresentados seminários individuais, onde cada aluna obteve o seu tema com escolha livre de apresentação criativa de acordo com o aprendizado na sala de aula.

Começou por Ana Cláudia que fez um mural informativo bastante interessante trazendo os conceitos sobre Cibercultura que diz respeito à cultura contemporânea fortemente marcada pelas tecnologias digitais e Ciberespaço que é o ambiente criado de forma virtual, através do uso dos meios de comunicação modernos.

A colega Maria de Lourdes ficou com o tema Nativos Digitais e Imigrantes Digitais, ficando entendido que os  nativos digitais são as são pessoas que tem mais facilidade em usar a internet , que desde cedo são expostos à tecnologia digital, e os imigrantes digitais não tiveram muito acesso e por isso encontram bastante dificuldades para fazer uso das tecnologias digitais.

Aline Gonzaga trouxe através de um jornal informativo a explicação sobre Tecnologia: sociedade da informação, um bom trabalho, bem organizado, onde aprendi que sociedade da informação é o desenvolvimento tecnológico.

A apresentação de Renata foi bem criativa, trazendo nela a história que ocorreu com a atriz Carolina Dieckman sobre as fotos íntimas dela que vazaram na internet, passando um vídeo com o noticiário e mostrando os acusados do crime, em seguida mostrou o seu mural com informações e orientações que devemos ter para não cairmos na mesma cilada como: cibercrime, spam, endereço IP.

As colegas Elaine e Shirley falaram sobre o mesmo tema Inclusão Digital: uma perspectiva, uma realidade, mas que foram apresentados de formas diferentes. Elaine fez um folder bem criativo e Shirley nos mostrou um vídeo conceituando o tema, através das apresentações aprendi que para a inclusão digital acontecer, precisamos de três instrumentos básicos que são: computador, acesso à rede e o domínio dessas ferramentas.

A colega Magna apresentou um folder maravilhoso falando sobre Políticas para Tecnologia e Educação, tendo como objetivo o uso da informática na educação desenvolver e capacitar recursos humanos em informática.

Para melhores esclarecimentos acessem:

http://anacxavier.wordpress.com/

 

http://mlcfilha.wordpress.com/

 

http://lanecristal.wordpress.com/

 

http://magnamaria.wordpress.com/

 

 

http://shirleyrangell.wordpress.com/

 

http://renatacjlima.wordpress.com/

 

http://alineeducadora.wordpress.com/

 

Projeto de Lei 267/11

 
A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 267/2011, da Deputada Federal Cida Borghetti (PP-PR), que estabelece punições para estudantes que desrespeitarem professores ou violarem regras éticas e de comportamento de instituições de ensino.
Em caso de descumprimento, o estudante infrator ficará sujeito a suspensão e, na hipótese de reincidência grave, encaminhamento à autoridade judiciária competente.
A proposta muda o Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei 8.069/90) para incluir o respeito aos códigos de ética e de conduta como responsabilidade e dever da criança e do adolescente na condição de estudante.
Indisciplina De acordo com a autora, a indisciplina em sala de aula tornou-se algo rotineira nas escolas brasileiras e o número de casos de violência contra professores aumenta assustadoramente. Ela diz que, além dos episódios de violência física contra os educadores, há casos de agressões verbais, que, em muitos casos, acabam sem punição.
O projeto, que tramita em caráter conclusivo, será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Educação e Cultura; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
 

Hacker e Cracker – A diferença

Hacker é um indivíduo que se dedica, com intensidade incomum, a conhecer e modificar os aspectos mais internos de dispositivos, programas e redes de computadores. Graças a esses conhecimentos, um hacker frequentemente consegue soluções e efeitos extraordinários, que extrapolam os limites do funcionamento normal dos sistemas como previstos pelos seus criadores; incluindo, por exemplo, contornar as barreiras que supostamente deveriam impedir o controle de certos sistemas e acesso a certos dados.

Os crackers ganham poder, fama e dinheiro. Ao roubar contas bancárias, números de cartão de crédito, informações confidenciais, projetos secretos, projetos de produtos que serão lançados no mercado, dados pessoais e outras informações valiosas, o cracker assume o poder e começa a subornar as vítimas, pedindo dinheiro em troca dessas valiosas informações roubadas. Por ter um conhecimento computacional enorme, fica difícil apanhar esses crackers pois eles vão se superando a cada dia.

 

Aprendendo a produzir fotonovela.

Estamos aprendendo a produzir fotonovela. No início foi complicado, mas hoje dia 23/03/12, tivemos um entendimento melhor e nas próximas aulas daremos continuidade ao nosso aprendizado.